As Mulheres que se submetem à cirurgia para corrigir o prolapso pélvico do órgão - uma circunstância em que a vagina e os órgãos próximos perdem o apoio e caem fora da posição - encontram frequentemente que a cirurgia vem com umas trocas incómodos: incontinência de esforço urinária.
Contudo, o artigo de chumbo em New England Journal da Medicina relatou que adicionando um procedimento deapoio conhecido como o colposuspension à operação, as mulheres de Burch que não tinham sido incomodadas pela incontinência de esforço antes que o procedimento estêve muito menos provável ter este problema após sua cirurgia do prolapso. Mais de 200.000 mulheres Americanas submetem-se à cirurgia para corrigir todos os anos o prolapso. A incontinência de Esforço refere o escape das pequenas quantidades de urina durante tossir, rir ou exercício. Um total de 322 mulheres foi estudado em nove centros através dos Estados Unidos.
“Nós encontramos aquele sem o procedimento de Burch, um em cada quatro mulheres desenvolvemos alguma incontinência de esforço que consideraram incómodo. Nós podíamos reduzir isto a um em cada 20 mulheres adicionando os quatro pontos do procedimento de Burch,” disse o investigador principal Linda Brubaker, DM, director do Centro Pélvico da Medicina das Mulheres, Sistema da Saúde da Universidade de Loyola, Maywood, Illinois.