Após anos como os organismos controlaram criar de auto-medicamentações querendo saber, tais como agentes antifungosos, os químicos descobriram o segredo simples.
Os Cientistas já souberam que uma enzima particular podia persuadir uma reacção fora dos engendros químicos teimosos para gerar uma grande família dos compostos medicamente valiosos chamados halogenated produtos naturais. A pergunta eram, como fazem-na?
Os Químicos amariam ter a capacidade dessa enzima assim que poderiam eficientemente reproduzir, ou ligeira re-coordenador, aqueles produtos, que incluem antibióticos, agentes antitumorosos, e fungicidas.
Os Agradecimentos ao cristalografia recente de Catherine L. Drennan do Professor Adjunto da química do MIT que investiga, o segredo à aptidão invejávea da enzima vieram iluminar-se e parece quase anti-climático. É simplesmente uma matéria do tamanho de uma de suas peças.
“Se uma enzima é uma arma que despedisse para causar uma reacção, a seguir nós quisemos conhecer o mecanismo que puxa o disparador,” Drennan dissemos. “Na química, nós frequentemente temos que olhar “moléculas dentro, moléculas para fora. “Com os produtos naturais halogenated, embora, nós não poderíamos figurar para fora como aconteceu, porque os produtos químicos são tão nonreactive. Agora que nós temos a estrutura da enzima e figuramoss para fora como trabalha, faz o sentido. Mas não é o que nós preveríamos.”
Para fazer halogenated produtos naturais, enzimas catalisam a transformação de uma parte totalmente unreactive de uma molécula, neste caso um grupo metílico. Quebram ligações químicas específicas e substituem então um átomo de hidrogênio com um alogenuro, um dos elementos da coluna da tabela periódica que contem o cloro, o bromo e o iodo. No laboratório, aquela é uma tarefa muito desafiante, mas a natureza realiza-a quase indiferente. O truque envolve usar uma enzima turbocompressor-cobrada que contem o ferro.
Um indício a como estas enzimas se operam emerso de um estudo 2005 por Christopher T. Walsh da Faculdade de Medicina de Harvard, o colaborador de Drennan e o co-autor do estudo publicaram na introdução do 16 de março da Natureza. Olhando a enzima SyrB2 que os syringae dos Pseudomonas do micro-organismo se usam para produzir o syringomycin do agente antifungoso, descobriu que teve um único átomo do ferro no local activo da proteína, a peça responsável para a reacção química.