Os Peritos na Suécia estão advertindo que as recomendações novas dos E.U. para abaixar níveis de colesterol aumentariam o risco de efeitos secundários prejudiciais sem a redução total nas mortes.
De acordo com o Programa Educativo Nacional Americano do Colesterol os povos no risco elevado de doença cardíaca devem ser tratados mais agressivelmente e por aquele significam que as concentrações do LDL-colesterol devem ser abaixadas menos aos millimoles de 1,81 pelo litro do sangue (mmol/l) em indivíduos de alto risco.
Presentemente as directrizes recomendam geralmente 2,56 mmol/l como uma leitura saudável.
Uffe Ravnskov, um pesquisador independente de Lund, Suécia diz que a fim conseguir isto mais da população adulta de mundo Ocidental estaria em statins, e as doses teriam que ser mais de oito vezes usado mais altamente do que actualmente, e esta por sua vez aumentaria o número e a seriedade dos efeitos secundários.
A equipe de Ravnskov sugere que tais doses altas signifiquem que os efeitos secundários poderiam incluir a parada cardíaca, o myalgia e o rhabdomyolysis (que destrói o tecido do músculo), problemas e cancros neurológicos.
O aviso Sueco nos riscos potenciais de usar statins em doses altas evocou a desaprovação forte de alguns dos cardiologistas dos E.U. da parte superior que dizem que os pesquisadores ignoraram os resultados de muitos grandes ensaios clínicos que mostram os benefícios e a segurança dos statins, mesmo em grandes doses.