Published on June 7, 2006 at 4:38 AM
Os esforços Actuais para combater infecções de transmissão sexual e gravidez não programada nas escolas não mudam o comportamento sexual do risco, concluem um estudo em British Medical Journal.
A Maioria de esforços recentes para impedir as infecções de transmissão sexual (que incluem o VIH) e a gravidez nos adolescentes foram os projectos baseados escola que promoveram preservativos ou abstinência. Os Estudos produziram resultados mistos, com somente algumas intervenções que atrasam o início da actividade sexual, da gravidez não programada crescente do uso do preservativo, ou da diminuição
Quase 11.000 estudantes em 40 High Schools públicas em México participaram neste estudo para avaliar os efeitos de um programa da prevenção do VIH que promovesse o uso do preservativo e a contracepção de emergência.
Quinze escolas receberam o curso da prevenção do VIH que promoveu o uso do preservativo. Outras 15 escolas receberam o mesmo curso mais um módulo na contracepção de emergência, e dez escolas actuaram como controles e continuaram com o curso de educação sexual existente. Os Estudantes foram examinados no início do estudo e outra vez em quatro meses e em 16 meses.
Nenhuma estratégia teve toda a influência no uso relatado do preservativo ou no comportamento sexual. Contudo, estudantes que receberam o uso aumentado igualmente relatado da educação da contracepção de emergência da contracepção de emergência.
O Conhecimento do VIH melhorou em ambos os grupos da intervenção, e o conhecimento da contracepção de emergência melhorou nos estudantes que receberam o módulo adicional.
“Nosso estudo adiciona ao corpo crescente da evidência que os esforços actuais da prevenção do VIH baseados na escola não alteram o comportamento sexual do risco, e sugere que as intervenções actuais eduquem eficazmente mas não possam mudar o comportamento sexual do risco,” diz os autores.
Os resultados do estudo igualmente sugerem que não haja nenhum risco em combinar mensagens da promoção do preservativo com a educação da contracepção de emergência.
“As estratégias Novas são urgente necessários combater o VIH e a outra gravidez de transmissão sexual do doença e a não programada entre adolescentes,” concluem.
http://www.bmj.com
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