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O teste Novo poupa pares com cancro familiar o traumatismo da terminação

Published on June 19, 2006 at 5:24 PM · No Comments

Uma maneira nova de poupança acopla o traumatismo de ter que decidir entre ter um bebê com um risco elevado de desenvolver um formulário do cancro colorectal mais tarde na vida, ou terminar a gravidez, será revelada em Terça-feira, o 20 de junho de 2006 no 2ò Congresso Anual da Sociedade Européia da Reprodução Humana e na Embriologia em Praga, República Checa.

O Professor Stéphane Viville, director da biologia do serviço de reprodução no Hospital da Universidade de Strasbourg, Strasbourg, França, dirá a conferência que, usando o teste novo da sua equipe, será possível oferecer preimplantation a diagnóstico genético (PGD) a quase todos os casos do polyposis adenómato familiar (FAP), um cancro do adulto-início qual representa 1% de todos os exemplos do cancro colorectal.

PGD foi propor originalmente para pares em risco de ter uma criança afectada pelas desordens genéticas severas tais como a fibrose cística, que se manifestam no nascimento ou muito na primeira infância. Contudo, é agora possível testar para algumas doenças que ocorrem ulteriormente na vida, tal como a doença de Huntington e alguns cancros hereditários. “Porque a criança levará somente um risco - embora ele alto - de desenvolver estas circunstâncias durante a idade adulta, os muitos pais, assim como os clínicos, tenha dúvidas sobre a terminação de tal gravidez,” o Professor Viville diz. “De facto alguns pares prefeririam não ter crianças nestas circunstâncias.”

Doze pares com um risco de passagem em FAP a todas as crianças foram referidos o Professor Viville e sua equipe entre 2000 e 2005. No início a equipe trabalhada em testes para detectar a mutação a mais comum de FAP, mas por outro lado, realizando testes de diagnóstico dobro e triplos em cada pilha, podia detectar muitas mutações mais raras que são envolvidas em casos familiares. “Porque a patologia é dominante, e somente um membro dos pares é afetado e em risco de transmitir a doença,” disse o Professor Viville, “nós somente temos que procurar uma mutação de cada vez.