Published on July 4, 2006 at 6:40 PM
O novo julgamento de cinco enfermeiras Búlgaras e de um doutor Palestino acusado sabiamente de contaminar centenas de crianças Líbios com VIH recomeçou na capital Líbio, Tripoli.
A experimentação foi adiada pela terceira vez o 20 de junho depois de um pedido do advogado de defesa principal Othman Bizanti por mais hora de chamar testemunhas e recolher a evidência documentável.
Na primeira experimentação que durou quase seis anos, o grupo foi condenado intencionalmente de contaminar 426 crianças Líbios com o vírus do VIH quando trabalharam em um hospital de Benghazi.
É tanto como pensado porque 50 das crianças têm morrido desde e os pais são irritados e virados; três apareceram com suas crianças contaminadas como testemunhas de acusação.
Os réus foram condenados à morte em 2004 mas a Corte Suprema Líbio virou as sentenças que significariam a morte pelo pelotão de fuzilamento, e pedido um novo julgamento em dezembro.
Os médicos estiveram na cadeia desde 1999.
O novo julgamento levantou perguntas sobre o estado dos Direitos Humanos de Líbia e foi considerado porque uma barreira principal às relações melhoradas com o Oeste apenas enquanto Washington se está preparando para recomeçar relações diplomáticas completas com Tripoli após décadas da hostilidade.
Os médicos têm o apoio de Bulgária e a União Europeia Junto com os E.U. em suas reivindicações da inocência, e os peritos do AIDS do mundo disseram que a manifestação no hospital de Benghazi começou bem antes que chegaram e o as crianças fossem contaminadas com a higiene deficiente.
Líbia sugeriu que as enfermeiras poderiam ir livre se Bulgária paga a compensação às crianças e a suas famílias, que exigiram 4,4 bilhão euro ($5,5 bilhões).
Bulgária recusou fazer esta mas aderiu aos Estados Unidos, à UE e a Líbia em concordar suportar a criação de um fundo de auxílio.
Os Peritos acreditam que a oferta do auxílio pode dar a Tripoli uma oportunidade escusatório de livrar o seis.
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