Na pesquisa que poderia ter implicações largas para tratamentos de fertilidade das mulheres, os cientistas encontraram que apesar de sua idade, os ratos fêmeas têm uma fonte renovável do ovo em seus ovário.
A descoberta, pelo Professor Adjunto Jeff Kerr do Departamento de Universidade de Monash da Anatomia e da Biologia Celular e Professor Jóquei Findlay de Instituto do Príncipe Henry da Investigação Médica, acendeu a controvérsia entre biólogos e desafiou a teoria, guardarada por mais de 50 anos, que os mamíferos fêmeas são nascidos com um número finito de oocytes (ovos).
Dois anos há, os pesquisadores internacionais especularam que os ratos poderiam continuar a produzir ovos durante todo a puberdade e a idade adulta. Embora sua especulação causasse o debate durante todo a comunidade científica, os cientistas não poderiam produzir a evidência para confirmar sua ideia. Contudo, a pesquisa do Dr. Kerr e do Professor Findlay dá o apoio à teoria. Seus resultados foram publicados na introdução de Julho da Reprodução.
No ovário mamífero, as pilhas reprodutivas chamadas oocytes (ovos) tornam-se dentro dos folículo ovarianos. Nos seres humanos, os ovos são acreditados para morrer fora de tarde na vida fetal, após o nascimento e na vida adulta. Quando os números do ovo diminuem para as fêmeas zero pode já não reproduzir -- tendo por resultado a circunstância nós sabemos como a menopausa.
O Dr. Kerr, o Professor Findlay e seus colegas encontraram que o número total de ovos em ratos saudáveis novos e normais da fêmea adulta não diminui ao longo do tempo e que o número total do ovo está mantido para mais por muito tempo do que previamente pensou. Sua pesquisa sugere que os ratos tenham uma fonte de oocytes renováveis, Dr. Kerr disse.