Um estudo novo mostra que os statins, que são usados tipicamente como medicamentações do anti-colesterol, podem inibir a réplica do vírus da hepatite C (HCV).
Podiam substituir o ribavirin na terapia da combinação com a interferona. Estes resultados são publicados na introdução da Hepatologia, o jornal oficial De julho de 2006 da Associação Americana para o Estudo das Infecções Hepáticas (AASLD).
Actualmente, 170 milhões de pessoas no mundo inteiro são contaminados com HCV. O tratamento padrão é uma terapia da combinação da interferona e do ribavirin, que é somente eficaz em aproximadamente 55 por cento dos pacientes. A face permanecendo de 45 por cento uma ameaça da doença que progride à cirrose e ao cancro do fígado. Baseado em relatórios recentes que um statin, lovastatin, inibe a réplica de HCV, os pesquisadores conduzidos por Masanori Ikeda da Universidade de Okayama em Japão, testaram outros statins à procura de uma anti-HCV terapia mais eficaz.
Usando o sistema de ensaio da cultura celular OR6, avaliaram as anti-HCV actividades de cinco statins: atorvastatin, fluvastatin, lovastatin, pravastatin e simvastatin. Quando os statins foram testados apenas, tudo a não ser que o pravastatin inibisse a réplica de HCV. Fluvastatin teve o efeito o mais forte. Atorvastatin e o simvastatin tiveram efeitos moderados quando o lovastatin teve um efeito fraco. Quando o pravastatin não exibiu nenhuma anti-HCV actividade, trabalhou como um inibidor para o reductase HMG-CoA, sugerindo que as anti-HCV actividades das outras manchas não fossem devido à inibição directa de HMG-CoA.
Os pesquisadores determinaram que as anti-HCV actividades dos statins não estiveram relacionadas à citotoxidade, significando elas não mataram a pilha de anfitrião. As experiências Adicionais igualmente sugeriram aquela, “os statins possuem a capacidade para inibir a réplica do RNA de HCV através de um mecanismo antiviroso específico,” os autores relatam.