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A droga Nova melhora a circulação sanguínea em artérias doentes

Published on September 4, 2006 at 8:27 PM · No Comments

Uma droga nova foi mostrada para melhorar a circulação sanguínea nas artérias doentes, reduzindo o risco de hipertensão e os cardíaco de ataque, um estudo da Universidade de Monash publicado hoje revelam.

Encontrar é uma revelação significativa para a equipe de Monash que, conjuntamente com Cuidados Médicos de Bayer, espera usar a droga como parte de uma revolução na gestão da doença cardíaca.

O Dr. Harald Schmidt, Director do Centro para a Saúde Vascular e de seus colegas na Universidade de Monash, Dr. Peter Schmidt e Kemp-Harpista de Barbara, diz que o passo seguinte será traduzir a pesquisa assim que beneficia pacientes. Os Ensaios clínicos da droga têm partido já para o tratamento da parada cardíaca aguda.

A equipe e os colegas do Dr. Schmidt em Alemanha e nos E.U. têm mostrado previamente que o esforço oxidativo - a aparência de radicais livres nas paredes das artérias - é uma doença cardiovascular subjacente do mecanismo chave.

“Os radicais Livres contribuem à formação de bloqueios arteriais. O Que é mais, porque o número de radicais livres aumenta, igualmente interfere com a capacidade das pilhas que alinham artérias para controlar a contracção e dilatação das artérias, o” Dr. Schmidt diz. “As artérias endurecem-se e obtêm-se obstruídas.”

Quando um bloqueio ocorre, as pilhas que alinham as artérias produzem o óxido nítrico para sinalizar aos músculos arteriais que precisam de se dilatar a artéria e de reservar completamente mais sangue. Mas os radicais livres destroem uma enzima chave que permita que as pilhas arteriais respondam desta maneira, assim que o sinal não obtem completamente.

Contudo, a droga nova - desenvolvida por Cuidados médicos de Bayer - reactivates a enzima danificada.

“Nossos resultados mostram que a droga liga directamente a e repara a enzima danificada. E como o número de radicais livres aumenta, a droga começa trabalhar mais duramente,” diz o Dr. Schmidt.

Os resultados foram publicados no Jornal da Investigação Clínica e na introdução de Setembro de Revisões da Natureza/Descoberta da Droga.