Segunda-feira 4 de Setembro e Terça-feira 5 de Setembro no Congresso do Mundo da Cardiologia, o Dr. Christopher Granger apresentou os dados que forçam a importância da prevenção do sangramento como um objetivo da chave no tratamento de síndromes coronárias agudas.
Concluiu que é não somente ele importante impedir coágulos de sangue e cardíaco de ataque periódicos nos pacientes que apresentam com síndromes coronárias agudas, mas pode ser igualmente importante impedir sangrar. Este é um novo conceito. Diversos estudos têm mostrado agora que sangrar parece aumentar a mortalidade aproximadamente tanto quanto um cardíaco de ataque. O Sangramento é igualmente comum - de facto, um registro dos E.U. (CRUZADA) encontrado recentemente que 15% dos pacientes hospitalizados para a síndrome coronária aguda estiveram dados uma transfusão de sangue. A transfusão de Sangue, touted pela Cruz Vermelha Americana como “o presente da vida,” pode ser parte do problema, desde que parece ser uma espada de gume duplo com alguns efeitos negativos. Pode-se ser que as transfusões de sangue devam ser limitadas aos pacientes que os precisam mais claramente.
As experimentações Recentes mostraram que duas drogas do anticoagulante - bivalirudin e fondaparinux - podem reduzir o risco de sangramento em algumas situações. A experimentação 20.000 OASIS-5 paciente encontrou esse fondaparinux, comparado a um outro enoxaparin do anticoagulante, é apenas como eficaz em impedir eventos coágulo-relacionados mas somente a metade causada do sangramento. Isto que encontra era consistente mesmo se os pacientes igualmente receberam a heparina. Essa redução do sangramento foi seguida por uma redução 17% relativa significativa do risco na morte em 30 dias.
O “Sangramento é comum, é letal, e é evitável,” o Dr. Granger indicou. “Nós temos agora os tratamentos disponíveis - como o fondaparinux do sangue-diluidor - de que são eficaz em impedir coágulos de sangue mas tenha um risco 50% mais baixo de sangramento, e de que termina acima salvares vidas.”