Congresso do Mundo do Relatório da Cardiologia - Droga-Eluting stents (DES) seja mais eficaz do que stents do desencapado-metal (BMS) em reduzir o restenosis e em intervenções da repetição após intervenções coronárias percutaneous (PCI).
Contudo, as tromboses atrasadas do stent após a implantação do DES e uns custos mais altos estimularam um debate novo sobre se todos os pacientes devem receber o DES. Na tentativa de responder a algumas perguntas, nós usamos nossa experiência do “real-mundo” para definir subgrupos pacientes comparando aqueles com um benefício clínico muito alto do DES contra o uso de BMS, àqueles sem o benefício ou somente o benefício mínimo do tratamento.
No em perspectiva, a Cesta-Experimentação randomised, todos os pacientes tratados por PCI/stenting entre Maio de 2003 e Maio de 2004 no UniversityHospital de Basileia, Suíça, era incluída e randomised para receber stents da Cifra, do Taxus ou da Visão. Os Valores-limite da análise actual eram morte cardíaca e o enfarte do miocárdio (Death/MI) até 18 meses após o procedimento assim como a ocorrência do não-enfarte relacionou o revascularization da embarcação do alvo (TVR) e eventos adversos cardíacos do major (MACE). Baseado em análises e em testes múltiplos da previsão do evento para a interacção com os tipos diferentes do stent, os subgrupos pacientes com elevação contra o baixo benefício clínico do DES foram identificados.
Totais, as taxas do evento eram baixas em todos os grupos. Dezoito meses de taxas de Death/MI eram 8,4% para o DES e 7,5% para BMS (p=0.63). Havia, contudo, uma taxa significativamente mais alta de TVR relativo não-enfarte após BMS: 11,6% contra 7,5% após DES (p=0.05). Isto conduziu às taxas totais similares da MACE após 18 meses: 15,8% contra 18,9%, DES contra BMS respectivamente (p=0.26).