Os Doutores devem considerar se os pacientes estão no risco elevado de úlceras estomacais antes de prescrever o tratamento de aspirin.
Um estudo publicado hoje na Medicina do jornal BMC do acesso aberto revela que o tratamento de aspirin da baixo-dose pode ser responsável para um caso extra das complicações gastrintestinais, que incluem o sangramento ou a perfuração da úlcera, em cada 50 usuários de aspirin pelo ano em grupos suscetíveis, tais como uns homens mais idosos com uma história da úlcera péptica.
Os autores concluem que para alguns pacientes que tomam aspirin para reduzir seu risco de cardíaco de ataque, o risco de complicações gastrintestinais pôde aumentar os efeitos cardioprotective da droga.
Sonia Hernández-Díaz e Luis García Rodriguez analisaram duas bases de dados anónimas da informação paciente, da Base De Dados da Pesquisa da Prática Geral no REINO UNIDO e do en Baixo Atención Primaria de Investigación Farmacoepidemiológica do la de Datos para na Espanha, para caracterizar os pacientes que tomam a baixo-dose aspirin como uma medida preventiva contra o cardíaco de ataque, em termos dos factores de risco gastrintestinais principais. Os Factores de risco para complicações superiores do aparelho gastrointestinal incluem idade avançada, o sexo masculino, a história prévia da úlcera e o uso de outras drogas anti-inflamatórios não-steroidal (NSAIDs). Os pesquisadores calcularam então o risco gastrintestinal adicional causado pelo uso de aspirin nos pacientes com e sem estes factores de risco.