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A técnica Nova detecta a assinatura da melanoma reproduzindo-se por metástese com as somente 10 células cancerosas actuais na amostra de sangue

Published on October 16, 2006 at 4:31 PM · No Comments

Os Pesquisadores na Universidade de Missouri-Colômbia podem agora detectar a propagação de células cancerosas da pele com o sangue literalmente escutando seu som.

A técnica inaudita, mìnima invasora faz com que as pilhas da melanoma emitam-se o ruído, e poderia deixar oncologistas manchar sinais adiantados das metástases -- somente 10 células cancerosas em uma amostra de sangue -- antes que se estabelecerem mesmo em outros órgãos. Os resultados dos testes experimentais bem sucedidos aparecem na introdução do 15 de outubro das Letras do Sistema Ótico do jornal, publicada pela Sociedade Óptica de América.

O método da equipe, chamado detecção photoacoustic, técnicas do laser das ligas das técnicas do sistema ótico e do ultra-som das acústicas, usando um laser para fazer pilhas vibrar e então pegarando o som característico de pilhas da melanoma. Em um teste clínico, os doutores tomariam a amostra de sangue de um paciente e separariam os glóbulos vermelhos e o plasma. Em uma pessoa saudável, as pilhas restantes seriam glóbulos brancos, mas em um paciente da melanoma a amostra pode conter células cancerosas. Para encontrar, os doutores poriam a amostra na solução salina e expor a às seqüências do rápido-incêndio do resumo mas azul-laser dos pulsos intensos, cada duração de apenas cinco billionths de um segundo.

Em testes de laboratório, a equipe de Missouri-Colômbia podia detectar as pilhas da melanoma obtidas dos pacientes reais, mostrando que o método pode manchar somente 10 pilhas na solução salina. Os grânulo escuros, microscópicos da melanina contidos nas células cancerosas absorvem as explosões da energia da luz azul-laser, atravessando ciclos rápidos da expansão enquanto se aquecem acima e encolhendo enquanto esfriam para baixo. Estas mudanças repentinas geram rachaduras altas -- relativo ao tamanho dos grânulo -- quais propagam na solução como tsunami minúsculos.

As ondas sadias produzidas pela melanina são ultra-sons de alta freqüência, significando que não podem ser ouvidas pela orelha humana, mesmo se amplificado. Contudo, os pesquisadores podem pegará-los com microfones especiais e analisá-los com um computador. Outras pilhas humanas não contêm pigmentos com a mesma cor que a melanina, assim que a assinatura da melanina é fácil de dizer independentemente de outros ruídos, disse John Viator, um coordenador biomedicável em Missouri-Colômbia e um co-autor do papel de Letras do Sistema Ótico. E a presença de grânulo da melanina no sangue é um distinto sinal. “A única razão lá poderia ser melanina no sangue humano é que haveria umas pilhas da melanoma,” ele disse.

Esta análise de sangue nova permitiria um diagnóstico muito mais oportuno da metástase e com diagnóstico adiantado vêm o tratamento adiantado e a probabilidade aumentada para a sobrevivência. Como um dos formulários os mais agressivos do cancro, se uma melanoma não é removida em suas fases mais adiantadas, penetrará nas camadas profundas da pele. Lá de suas pilhas pode interromper e passar nos sistemas circulatórios e linfáticos, espalhando a outros órgãos e criando metástases mesmo depois que a melanoma original foi removida cirùrgica.

Um aviso mais adiantado da metástase, como esta análise de sangue fornece, poderia alertar oncologistas ao cancro quando está em suas fases mais adiantadas em outras partes do corpo e para as ajudar a começar um contra-ataque mais rápido, por exemplo administrando a quimioterapia, disse Viator. “Nosso método pode ajudar o tratamento do plano dos doutores a lutar a propagação da doença,” disse.