Aproximadamente 64% de eleitores Portugueses disse que favorece o levantamento da proibição do país no aborto, de acordo com uma votação liberada Quinta-feira pelo jornal Português Correio a Dinamarca Manha e entrevistador Aximage, relatórios de Reuters (Reuters, 1/4).
O Aborto é ilegal em Portugal exceto quando necessário proteger a vida ou a saúde de uma mulher ou se uma mulher se torna grávida em conseqüência da violação.
O Parlamento Português aprovou em outubro de 2006 uma proposta do governo para manter um referendo nacional visado decriminalizing o aborto nas primeiras 10 semanas da gravidez.
O Tribunal Constitucional Português o seguinte mês ordenou 7-6 em favor de permitir o referendo, e o Silva Português do Presidente Anibal Cavaco aprovou então o referendo, programado para o 11 de fevereiro.
O referendo perguntará a eleitores: “Você concorda com o decriminalization da interrupção voluntária da gravidez, nas primeiras 10 semanas, em um estabelecimento legalmente autorizado da saúde?” (Relatório da Política Sanitária das Mulheres Diárias de Kaiser, 11/17/06).
A votação igualmente encontrou que 27,3% dos 502 povos examinados disseram que votariam para confirmar a lei actual. De acordo com a votação, 56,8% dos eleitores são esperados moldar um voto no referendo.
A Metade do eleitorado deve votar para que um referendo seja válida, de acordo com a lei Portuguesa.
“Não é ainda claro, mas há um risco “sim do” acampamento que ganha mas afluência às urnas que é menos de 50%,” o entrevistador Jorge de Sa disse (Reuters, 1/4).
Os Oficiais dizem que aproximadamente 10.000 mulheres em Portugal estão tratadas anualmente em hospitais para as complicações causadas por abortos ilegais (Relatório da Política Sanitária Das Mulheres Diárias de Kaiser, 11/17/06).