O tratamento do Interruptor ao exemestane após 2-3 anos no tamoxifen, melhora a sobrevivência sã e parece reduzir modesta o risco de morte, de acordo com um Em Linha/Artigo publicados hoje por The Lancet.
O Estudo de Intergroup Exemestane (IES), um estudo extensivo, internacional, testou a superioridade do interruptor ao exemestane (um inibidor do aromatase) do tamoxifen nos pacientes com cancro da mama adiantado. O tratamento do Interruptor foi esperado melhorar a sobrevivência sã e diminuir os efeitos secundários do tratamento prolongado limitando a exposição a ambas as drogas. A liberação Adiantada nos resultados do IES foi alertada por uma melhoria adiantada significativa na sobrevivência sã.
Em uma análise nova da experimentação do IES, com uma continuação mediana de quase 5 anos, e de mais de 10.000 mulher-anos de informação do cargo-tratamento, de Charles Coombes (Faculdade Imperial Londres, REINO UNIDO) e de colegas No Instituto da Investigação do Cancro, investigado se os benefícios doença-relacionados adiantados persistiram após o tratamento, e se algum risco adverso a longo prazo emergiu. A análise nova confirma o efeito favorável do interruptor no risco de tem uma recaída. A análise igualmente sugere uma melhoria modesta na sobrevivência total em seguida com exclusão dos pacientes encontrados subseqüentemente para ser oestrogen-receptor-negativa.