Organizações que trabalham em Mali para parar a estaca genital fêmea -- uma prática referiu às vezes como a circuncisão feminina ou a mutilação genital fêmea em que há uma remoção parcial ou completa dos lábios, do clitóris ou dos ambos -- estão começando a fazer o progresso, relatórios da Notícia de Afrol/Diariamente da Nação.
De acordo com a Notícia/Diariamente a Nação de Afrol, 92% das meninas e as idades 15 49 das mulheres em Mali submeteram-se à estaca genital.
O governo Maliense proibiu em 1999 trabalhadores médicos de fornecer o procedimento.
Contudo, a estaca genital fêmea é praticada ainda durante todo o país, embora sua freqüência varie entre regiões e afiliações étnicas, Notícia de Afrol/Diariamente Nação relata.
Aissata Diakite, que dirige uma associação das organizações não governamentais das mulheres em Mali, disse que aquele desde 1991 aproximadamente 200 médicos do procedimento juraram parar do executar.
Adicionou que 15 vilas no país estão trabalhando para proibir o procedimento. O Ministro de Mali para as Mulheres, as Crianças e a Família M'Bodji Sene no mês passado em uma reunião disse que a educação e uma comunicação são “o começo e o fim do processo de mudança,” a adição de que o progresso em parar o procedimento “está devido ao impacto positivo de comunicações tradicionais e modernas.”
Diakite disse que a resistência a mais alta a terminar a prática está no sul do país, e está executada mal nas regiões nortistas (Notícia de Afrol/Diariamente Nação, 2/13).