Um método de produzir em massa anticorpos doença-de combate dentro das bactérias foi desenvolvido inteiramente por um grupo de investigação na Universidade do Texas em Austin.
O grupo conduzido pelo Dr. George Georgiou desenvolveu a aproximação nova da anticorpo-produção para melhorar em cima dos processos usados previamente para identificar drogas novas. As Empresas farmacêuticas usaram aqueles mais tempo e processos trabalho-intensivos desenvolver anticorpos para tratar a artrite reumatóide, o cancro e as outras doenças.
A aproximação nova desenvolvida em colaboração com o Dr. Brent Iverson supera aqueles obstáculos, e tem outras vantagens.
“Nossa aproximação pode fornecer economias significativas de uma estadia,” disse-a Georgiou, “e permite anticorpos de ser isolado para tratar as doenças humanas que não podem ser possíveis para obter de outra maneira.”
Os resultados foram publicados em linha Domingo 15 de Abril, na Biotecnologia da Natureza.
As Bactérias são fáceis de crescer em um caldo barato. Em conseqüência, os formulários inofensivos da bactéria Escherichia Coli têm sido usados já como fábricas para produzir os anticorpos (as proteínas protectoras do corpo humano que lutam vírus, células cancerosas e outros agentes prejudiciais). Contudo, as aproximações precedentes exigiram um anticorpo que olhasse prometedor para ser transferido das bactérias às pilhas mamíferas para levar a cabo a produção em grande escala, comercial.
Conseguir pilhas mamíferas produzir lotes dos anticorpos custa mais, e pode tomar diversos meses. A aproximação bacteriana directa desenvolvida pelo laboratório do professor da engenharia química, da engenharia biomedicável, e da genética molecular e das semanas das barbeações da microbiologia fora do processo de produção. Baseado no sucesso adiantado do método, Georgiou começou uma colaboração a identificar anticorpos para tratar a artrite e a asma.