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Os repelentes de insectos Eletrônicos do mosquito não trabalham

Published on April 19, 2007 at 10:12 PM · No Comments

Uma Revisão Sistemática de Cochrane do uso de repelentes de insectos eletrônicos do mosquito (EMRs) não encontrou nenhuma evidência que trabalham.

Os pesquisadores dizem conseqüentemente que não há nenhuma razão para recomendar seu uso, e que não há nenhuma razão para que mesmo tentar faça mais pesquisa com os dispositivos.

A Malária é transmitida quando uma pessoa é mordida por um mosquito fêmea contaminado. Os Fabricantes de repelentes de insectos eletrônicos do mosquito (EMRs) reivindicam que o som que do passo alto se emitem repele mosquitos fêmeas, e protege conseqüentemente povos na vizinhança das mordidas e da doença.

Para testar estas reivindicações uma equipe de Pesquisadores de Cochrane conduziu uma revisão sistemática que procura as experimentações conduzidas com EMRs. Encontraram dez experimentações de campo que tinham sido realizadas em várias partes do mundo. Nenhumas destas experimentações mostraram toda a evidência que trabalho de EMRs.

“Todos Os dez estudos encontraram que não havia nenhuma diferença no número de mosquitos encontrados nas partes do corpo desencapadas dos participantes humanos com ou sem um EMR,” dizem o Dr. Ahmadali Enayati do autor principal, que trabalha na Universidade de Mazandaran de Ciências Médicas em Irã.

Embora os pesquisadores não encontrem nenhuma evidência directa sobre se EMRs impede a malária, o facto de que não reduziram mordidas significa que não poderiam reduzir taxas de infecção.

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