Em macacos adultos, um tratamento antidepressivo tem induzido o crescimento de novas células nervosas no hipocampo, uma área do cérebro responsável pelo aprendizado e memória.
Um processo semelhante pode ocorrer em humanos, a pesquisa sugere, e pode ajudar a explicar a eficácia de tratamentos antidepressivos.
Os resultados, o primeiro de primatas não-humanos, são semelhantes aos anteriormente visto em roedores. Eles sugerem que a criação de novas células nervosas, um processo conhecido como neurogênese, é uma parte importante da terapia com antidepressivos. Pesquisador Tarique Perera, MD, da Universidade de Columbia, e colegas observaram alterações no número de células cerebrais na região do giro denteado do hipocampo. O estudo foi publicado na edição de 02 de maio The Journal of Neuroscience.
O crescimento de novas células nervosas no hipocampo tem sido sugerido como o trabalho antidepressivos forma como roedores, diz Eric Nestler, MD, PhD, da University of Texas Southwestern Medical Center. "No entanto, a relevância clínica desta acção tem permanecido controversa, em parte, por causa da incerteza sobre se a neurogênese semelhante ocorre em humanos", diz ele. "Esta descoberta suporta ainda o potencial relevância clínica das mudanças na neurogênese visto em modelos de roedores".
Perera ea equipe tratou de um grupo de macacos com choque eletroconvulsiva (ECS), uma versão animal do altamente eficaz terapia antidepressiva clínica eletroconvulsiva. Eles viram um aumento em novas células nervosas no hipocampo. Mais de quatro semanas, a maioria destas células se tornaram neurônios maduros.
Essas mudanças cerebrais não eram uma resposta ao dano tecidual, Perera diz, porque não há provas de morte celular foi encontrado aumento nos animais tratados ECS. De fato, os pesquisadores descobriram que os tratamentos ECS aumento da produção de uma proteína (BCL2), que protege os neurônios de danos.
"Essas descobertas sustentam a hipótese de que a indução de neurogênese é um componente necessário no mecanismo de ação dos tratamentos com antidepressivos", diz Pereira.
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