O cuidado Paliativo é de uso geral em países desenvolvidos melhorar a qualidade de vida dos pacientes com doenças risco de vida, com as estratégias apontadas principalmente no alívio das dores.
De 57 milhões de pessoas que morrem no mundo inteiro todos os anos, 6 milhão mortes são causadas pelo cancro e por 3 milhões de HIV/AIDS, com a maioria de ambos que ocorrem em países em vias de desenvolvimento.
Estas figuras indicam o grande número de pessoas que experimenta o incapacitation e causam-no dor com a falta de ar, a constipação, a diarreia, a náusea assim como a aflição, a depressão e a ansiedade.
Pesquisa Nova publicada no Jornal da Política Sanitária Pública, preparado pelo pessoal de investigação No Instituto de George para a Saúde Internacional, na Escola da Saúde Pública na Universidade de Sydney e no Departamento da Medicina Paliativa no Hospital do Calvário, destaques que 100 milhões de pessoas potencial nestas nações mais deficientes poderiam tirar proveito dos serviços paliativos do cuidado, incluindo membros da família e companheiros próximos.
O Autor principal do Dr. de papel Ruth Webster, um Research Fellow No Instituto de George, diz que “A escala desta epidemia da morte e da morte exige o reconhecimento e a prioridade como um problema de saúde público, com mais do que apenas uma ênfase na prevenção destas doenças e de sua cura. Ao Redor 100 países têm em todo o mundo serviços paliativos do cuidado, porém somente o centare 6per situado em Ásia e a África, onde a procura a mais alta para os serviços está”.
“O cuidado Paliativo não está na agenda da saúde dos governos como um problema de saúde público, que seja extremamente prejudicial às populações que a maioria de necessidade estes serviços. O WHO recomendou que todos os países têm uma política para executar estes tipos de serviços, mas apesar deste, um somente país Africano, fez a isto uma prioridade, Uganda. África do Sul tem incluído recentemente o cuidado paliativo em suas políticas sanitárias novas.” Dr. adicionado Webster.