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Introspecções Novas nos distúrbios visuais que acompanham deformações do crânio

Published on June 1, 2007 at 10:47 PM · No Comments

A Maioria de crianças com uma deformidade craniofacial conhecida como o synostosis do unicoronal têm o estrabismo da anomalia do olho-alinhamento, relatórios um estudo no Jornal de Maio da Cirurgia Craniofacial, publicado por Lippincott Williams & por Wilkins, uma parte da Saúde de Wolters Kluwer.

Contudo, contrariamente a alguns estudos precedentes, o estrabismo é mais provável afectar no mesmo lado que a deformação do crânio comparada ao lado oposto, conclui o Dr. Claire Macintosh e colegas do Hospital de John Radcliffe, Oxford, REINO UNIDO.

Os pesquisadores reviram a informação em 59 crianças com synostosis do unicoronal, centrando-se sobre as taxas e as características de anomalias visuais associadas. Nos infantes com synostosis do unicoronal, os ossos do crânio tornando-se tornam-se fundidos-um prematuramente das junções, ou as suturas (“fraquinhos”), juntando-se a dois ossos do crânio fecham-se antes das horas normais. A deformidade resultante causa uma forma inclinada da cabeça. A Cirurgia é necessário restaurar a forma principal normal e permitir a sala para que o cérebro cresça.

Um Outro interesse para infantes com synostosis do unicoronal é anomalias do olho e do visual, especialmente estrabismo. “O olho preguiçoso Às Vezes chamado,” estrabismo é uma circunstância em que os olhos não são alinhados correctamente. Se o problema não é tratado, a visão no olho mais fraco diminuirá sobre a ambliopia chamada problema do tempo-um.

No estudo novo, a avaliação visual completa detectou o estrabismo em 34 de 59 crianças com synostosis do unicoronal: uma taxa de 58 por cento. Contudo, em contraste com relatórios precedentes da pesquisa, o estrabismo era mais provável ocorrer em mesmo lado que a sutura prematuramente fechado, comparada ao lado oposto.

O Estrabismo era realmente mais comum no side-56 oposto contra 27 por cento-mas a diferença não era estatìstica significativa. Os seis pacientes permanecendo tiveram o estrabismo “alterno”.