Os Pesquisadores chamaram para estudos urgentes na segurança a longo prazo de umas drogas antiepilépticas mais novas após ter descoberto que o número dado às crianças aumentou significativamente sobre anos recentes, relatam a introdução de Junho do Jornal Britânico da Farmacologia Clínica.
Quando a equipe BRITÂNICA estudou as drogas antiepilépticas (AEDs) dadas a quase 8.000 crianças durante um período de 13 anos, descobriram que o macacão que prescreve tinha aumentado por 19 por cento e lá tinha sido um aumento quíntuplo na prescrição de um AEDs mais novo.
Os resultados seguem um relatório pela Agência de Medicinas Européias (EMEA) que chamou para a maior pesquisa em drogas pediátricas para a epilepsia.
A “EMEA recomendou uma pesquisa mais adicional em 21 drogas antiepilépticas para crianças mas não a indicou que qual devem ser dadas a prioridade explica o Professor Ian Wong do Centro para a Pesquisa Pediátrica da Farmácia, de um projecto colaborador executado pela Escola da Farmácia na Universidade de Londres, do Instituto de UCL das Saúdes Infanteis e do Grande Hospital da Rua de Ormond.
“Nossa pesquisa reduziu essa lista para baixo a três drogas que viram uma elevação maciça no REINO UNIDO que prescreve desde 1993 o lamotrigine, o topiramate e o levetiracetam. A tomada destas drogas foi rápida, contudo sua segurança a longo prazo não foi estabelecida e não promove a pesquisa deve agora ser considerada como uma prioridade.”
O interesse Mundial foi expressado sobre a necessidade de reformar regulamentos e para desenvolver melhores estruturas da pesquisa para medicinas pediátricas, diz o Professor Wong, que é igualmente um membro da PELUCHE - Grupo De Trabalho da Revelação Européia da Droga para os Jovens.
“Food and Drug Administration Americano e os Institutos de Saúde Nacionais têm conduzido o processo para a reforma pediátrica da droga durante os últimos dez anos. E a União Europeia Props as Medicinas Melhores para o regulamento das Crianças e planejou uma estratégia de pesquisa para melhorar a pesquisa pediátrica das medicinas na esperança de aumentar a disponibilidade de medicinas licenciadas para crianças que diz.
Os Interesses sobre AEDs pediátrico têm aumentado nos últimos anos depois que as limitações de prescrição foram emitidas no vigabatrin no final dos anos 90 que seguem relatórios que um terço dos usuários sofreram dos defeitos do campo visual, variando de assintomático a severo e desabilitando potencial.
Em 2004, o Instituto Nacional para a Saúde e o Clínico Excelência a junta consultiva do Governo BRITÂNICO em intervenções terapêuticas indicaram que o vigabatrin deve somente ser prescrito nos casos da Síndrome do Oeste (espasmos infanteis) e então somente por um especialista da epilepsia, por um neurologista ou por um neurologista pediátrico.
O Professor Wong e seus colegas da pesquisa estudou 7.721 pacientes do nascimento a 18, usando dados da Base De Dados BRITÂNICA da Pesquisa da Prática Geral, analisando os resultados pela idade e pelo AED prescrito.
Seus resultados incluídos: