Não há nenhuma boa razão negar a seguradores o acesso à informação genética, argumente um Professor das Éticas em um debate publicado em British Medical Journal.
Somente se nós recusamos dar o acesso dos seguradores a toda a informação da saúde pode nós razoavelmente pará-los resultados da análise genéticos procurando, diz o Professor Soren Pequena Ilha da Escola de Direito de Cardiff.
Se os seguradores foram negados o acesso a alguma informação da saúde poderiam somente diferenciar prêmios de acordo com marcadores muito gerais do risco, por exemplo, idade, género ou ocupação. Isto significaria de facto que o saudáveis subvencionam o insalubre - mas haveria uma igualdade.
Contudo, se nós permitimos que os seguradores tenham alguns tipos da informação da saúde, tais como o BMI de uma pessoa ou o nível de colesterol nós já não temos toda a razão íntegro para excluir a informação genética:
“A informação Genética não é especial. Não é inerente mais específica, com carácter de previsão, sensível ou privada do que outros tipos da informação da saúde.”
O Professor Pequena Ilha concede lá é preocupações sobre a partilha da informação genética - permitir que os seguradores ver a informação genética poderia intimidar povos da obtenção testada ou os seguradores podem usar a informação impròpria. Este pode ser o caso, diz, mas o mesmo é verdadeiro para a outra informação da saúde - por exemplo se alguém é Seropositivo.
Argumente uma solução melhor a este problema deveria fazer susceptível de contestação uma decisão para negar a cobertura para o seguro da vida ou da saúde, forçando desse modo seguradores a fazer seu raciocínio transparente.