Quando os residentes médicos trabalham umas horas mais curtos, menos pacientes estão transferidos aos cuidados intensivos e não há tantas como intervenções pelos farmacêuticos para evitar erros na medicamentação, de acordo com um estudo da Faculdade de Medicina de Yale nos Anais da Medicina Interna.
Além, quando os residentes, programas de trabalho são limitados a 80 horas pela semana mais pacientes são descarregados a suas HOME ou os centros de reabilitação em vez das facilidades tais como lares de idosos, os pesquisadores encontraram.
“O Que pôde ter ajudado é a fadiga reduzida e participação clínica pelos médicos mais superiores para compensar o retorno freqüente do pessoal da casa,” disse Leora Horwitz, M.D., companheiro pos-doctoral na medicina interna e autor principal do estudo. “Nós não encontramos nenhuma evidência de conseqüências sem intenção adversas após a instituição de um regulamento de trabalho-hora.”
O Conselho da Abonação para a Educação Médica Graduada (ACGME) executou regulamentos de trabalho-hora em julho de 2003 nos hospitais em todo o país. Depois da instituição destes regulamentos, foram permitidos já não aos residentes trabalhar mais de 80 horas um a semana. As regras foram pretendidas reduzir os erros causados pela fadiga. Contudo, um interesse era que o assistência ao paciente estaria transferido mais frequentemente, aumentando a possibilidade de erros.
Horwitz e seus colegas compararam resultados para pacientes sob os cuidados do pessoal da casa, ou um serviço de ensino, e os pacientes importaram-se com perto um serviço não docente. Olharam dados para os pacientes descarregados desde o 1º de julho de 2002, ao 30 de junho de 2004. Isto incluiu um ano antes e um ano após os regulamentos de trabalho-hora foi instituído.
Além do que os três resultados que melhoraram, os pesquisadores mediram o comprimento da estada, as taxas de um readmission de 30 dias, a mortalidade do em-hospital, e as interacções da droga-droga.