36% dos pacientes com o erythematosus de lúpus sistemático refractário (SLE ou lúpus) permanecem bem após ter-se submetido à terapia da prostração da B-Pilha (BCDT) sem precisar uns agentes immunosuppressive padrão mais adicionais, de acordo com um estudo apresentado em EULAR 2007, o Congresso Europeu Anual da Reumatologia em Barcelona, Espanha.
As B-Pilhas Overactive são encontradas geralmente nos pacientes com SLE e reduzindo o número de B-Pilhas no sistema por BCDT foi sugerido como uma terapia prometedora para os pacientes de SLE que são sem resposta a outros tratamentos.
Neste estudo, iniciado em 2000, os pacientes com SLE refractário foram tratados com o BCDT (baseado no rituximab) que usa um protocolo da combinação com cyclophosphamide e esteróides. Dos 33 pacientes que tiveram um mínimo de 6 meses de duração da continuação na altura da análise (duração média 37 meses, escala 6-79), 12 pacientes permaneceram bem. A duração Mediana da prostração da B-Pilha era 4 meses (escala 2-15), com permanecer de 2 pacientes esgotado na época da análise (73 e 8 meses respectivamente). a prostração da B-Pilha era benéfica clìnica, com uma diminuição de contagens globais medianas de BILAG (o deslocamento predeterminado de actividade clínico considera a nota de Editores) 13 5 quando medida entre 5 e 8 meses de p<0.0001).
O perfilamento do Autoantibody foi examinado igualmente durante o estudo como um predictor possível do alargamento da doença. Os Pacientes com o baixo soro C3 da linha de base (84%) tiveram uma estadia mais curto alargar-se cargo-BCDT (um nível inferior é um indicador forte dos níveis elevados de actividade da doença) e pacientes com os anti-ENA anticorpos anti-Manutenção programada dos anticorpos notàvel (63%) eram mais prováveis alargar-se a qualquer hora após BCDT com uma relação das probabilidades (OR) de 6 (p=0.03).