Dando matrizes e crianças em países em vias de desenvolvimento duas vezes o WHO recomendou doses da vitamina A, como sugerido por um grupo internacional da vitamina, não tem um efeito benéfico.
Os resultados são relatados em um Artigo publicado na edição desta semana de The Lancet.
Fornecer o suplemento da vitamina A nos países onde há uma deficiência da vitamina foi provado diminuir a mortalidade. Em conseqüência, a maioria de países em vias de desenvolvimento adotaram um WHO padrão (Organização Mundial de Saúde) que dosa a programação para o suplemento da vitamina. Contudo, em 2002, a Vitamina Internacional Um Acordo de Annecy (IVACG) do Grupo Consultivo recomendou um regime novo da alto-dose para matrizes e infantes.
O Prentice do Professor Andrew, o Grupo Internacional da Nutrição, a Escola de Londres da Higiene e da Medicina Tropical, o REINO UNIDO, e os colegas estudaram 220 pares dos mulher-infantes em uma área da deficiência moderado da vitamina A em Gâmbia. Um grupo recebeu a dose recomendada WHO, quando o outro recebeu a dose recomendada IVACG. Os níveis do plasma de Sangue da vitamina A, da incidência da infecção dos piloros de Helicobacter, de carro pneumocócico nasopharyngeal, e a integridade epitelial toda do indivíduo infantil foi testada, e de nenhumas diferenças significativas foram encontrados entre os dois grupos.
Os autores concluem: “Nossos resultados não emprestam o apoio à proposta para aumentar a programação de dose padrão existente do WHO para a vitamina A nas áreas da deficiência moderado da vitamina A. O Cuidado é incitado para os estudos futuros porque as experimentações mostraram efeitos adversos possíveis de umas doses mais altas da vitamina A, e interacções negativas potenciais com o programa expandido em vacinas da imunização (EPI).”