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As espécies Reactivas do oxigênio negociam uma “memória celular” da sinalização alta do esforço da glicose

Published on June 29, 2007 at 6:58 AM · No Comments

Os Pesquisadores na Universidade da Faculdade de Medicina do Warwick de Warwick descobriram um processo que travasse o metabolismo do corpo em um estado do diabético após somente exposição relativamente limitada aos níveis altos da glicose.

Os Pesquisadores estavam já cientes que parece haver um ponto de nenhum retorno no início do diabetes. Isto era aparente nas Complicações do Diabetes e na Experimentação do Controle (DCCT) nos anos 90 em que Tipo - os pacientes de 1 diabético foram colocados em regimes de tratamento padrão ou intensivos para normalizar seus níveis da glicose. Porque as complicações foram reduzidas tão profunda nos pacientes com controle apertado da glicose, todos os pacientes restantes de DCCT foram comutados cedo na terapia intensiva. Contudo um estudo complementar encontrou que diversos anos após a comutação à terapia que intensiva os pacientes que começaram a experimentação somente no regime de tratamento padrão continuaram a ter mais complicações do que aqueles que receberam a terapia intensiva durante todo a experimentação.

A Pesquisa desde especulou que a exposição aos níveis altos da glicose cria rapidamente uma memória metabólica em que o diabetes persiste por muito tempo depois que os níveis da glicose foram corrigidos. A Pesquisa sugeriu até agora que a oxidação jogasse um papel mas o mecanismo exacto era desconhecido.

A equipa de investigação de Warwick, conduzida pelo Dr. Antonio Ceriello, tem mostrado agora que o dano parece ser feito em um processo chamado glycation quando cedo sobre em um período de açúcar alto da glicose dos níveis da glicose as moléculas podem ligar às proteínas nas mitocôndria das pilhas (as partes das pilhas que governam a produção e o regulamento da energia). Isto persiste mesmo se os níveis da glicose caem mais tarde ao normal. Isto inibe e distorce a função normal e os resultados das mitocôndria em uma superabundância da produção de radicais livres (ou da Espécie Reactiva do Oxigênio - EXPLORADOR DE SAÍDA DE QUADRICULAÇÃO) que causam a oxidação e complicações assim continuadas do diabético.

Os pesquisadores da Faculdade de Medicina de Warwick provaram sua hipótese tomando o tecido e expor o a 2 semanas dos níveis elevados de glicose, seguidos em uma semana da glicose normal - contudo para a metade do tecido que igualmente aplicaram diversos antioxidantes no fim das duas semanas da glicose alta. O tecido sem níveis dos antioxidantes de esforço da glicose permaneceu alto mas onde os antioxidantes tinham sido aplicados havia uma queda dramática na incidência de radicais livres e havia igualmente uma gota significativa em 5 dos 6 marcadores chaves para o esforço alto da glicose.