Os Pesquisadores mostraram que um método recentemente desenvolvido do laboratório para amplificar prião (Proteína que Misfolding a Amplificação Cíclica) pode ser aplicado à variação CJD (Doença de Creutzfeldt-Jakob).
O trabalho foi realizado por cientistas na Unidade Nacional da Fiscalização de CJD na Universidade de Edimburgo, no Serviço Nacional Escocês da Transfusão de Sangue, na Unidade de Neuropathogenesis e no CSL Behring. É publicado este mês no Jornal da Patologia.
A equipe, conduzida pelo Dr. Marcação Cabeça, igualmente mostra pela primeira vez que os prião variantes de CJD podem ser amplificados das amostras de tecido do cérebro usando glóbulos normais para melhorar a sensibilidade de testes actuais da detecção. Este método tem o potencial ser aplicado em outros tecidos e líquidos, incluindo o sangue. A amplificação do prião é dependente dos factores genéticos, similares àqueles que influenciam a susceptibilidade à variação CJD.
A doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD) parece resultar da conversão de uma proteína normal no corpo a um formulário anormal que auto-replicating como um prião e um tóxico ao cérebro. Na variação CJD, isto ocorre após a infecção pelo prião bovino da encefalopatia (BSE) espongiforme. Depois da exposição à EBS, há um período silencioso longo antes que o prião espalhe ao cérebro e cause sintomas neurológicos. É agora claro que durante este período silencioso os indivíduos podem passar prião variantes de CJD sobre a outro pela transfusão de sangue e há igualmente uns medos que a doença pôde igualmente ser espalhada por determinados tipos da cirurgia.