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Detectando o prejuízo cognitivo na atenção primária: Avaliação de Desempenho de três instrumentos de exame

Published on July 11, 2007 at 1:43 PM · No Comments

Um estudo novo publicado na introdução de Junho do Jornal da Doença de Alzheimer demonstra a precisão e a validez de uma avaliação matemática-baseada nova da memória desenvolvida pelo Corporaçõ dos Cuidados Médicos para detectar os sinais adiantados do prejuízo da memória devido à Doença de Alzheimer e a outras desordens relacionadas.

A avaliação, chamada a Tela do MCI, outperformed dois dos testes os mais amplamente utilizados do pena-e-papel e suas ajudas da precisão justifica a importância de avaliações regulares da memória dos povos sobre 65 por médicos da atenção primária, de acordo com os autores do estudo.

O estudo 254 paciente, intitulado “Detectando o Prejuízo Cognitivo na Atenção Primária: A Avaliação de Desempenho de Três Instrumentos de Exame,” foi conduzida por Douglas Trenkle, D.O., um médico da atenção primária no Hospital Memorável da Costa de Maine em Ellsworth, Maine, como uma parte do Projecto do Envelhecimento do Condado de Hancock. Comparou a Tela do MCI às duas avaliações as mais amplamente utilizadas do pena-e-papel: o Exame Mini-Mental do Estado (MMSE) e o Desenho do Pulso De Disparo Testam (CDT) nos pacientes sobre 65 sem diagnóstico precedente de desordens da memória. Aqueles encontrados para ser danificado com as algumas das três avaliações receberam um workup diagnóstico padrão que inclui análises de sangue e imagem lactente de cérebro.

A Tela do MCI, uma avaliação simples, por computador da memória, tinha 96 por cento exacta em detectar pacientes danificados, quando o MMSE tinha 72 por cento exacto e o CDT 57 por cento. A Tela do MCI detectou desordens da memória de uma variedade de circunstâncias que variam da Doença de Alzheimer (43 por cento) à doença celebral-vasculaa (36 por cento) à depressão (3 por cento). Dos 254 pacientes avaliados, 20 por cento foram encontrados para ter problemas médicos subjacentes. Contudo, dois terços não tiveram nenhuma queixa subjetiva do prejuízo e não receberiam a atenção médica se não tinham sido seleccionados para a perda de memória.