Uma década há, os cientistas anunciaram a capacidade para introduzir genes estrangeiros no genoma do mosquito.
Um ano há, os cientistas anunciaram o uso bem sucedido de um gene artificial que impedisse que um vírus replicating dentro dos mosquitos. Mas como faz um aplique-se o que pode ser feito com um pequeno número de mosquitos em um laboratório aos dez de milhões de mosquitos que espalham a doença no mundo inteiro”
Os Pesquisadores da Tecnologia de Virgínia e da Universidade Da California Irvine demonstraram a capacidade para expressar exclusivamente um gene estrangeiro no germline fêmea do mosquito, uma condição prévia necessária às estratégias genéticas futuras do controle nos mosquitos onde toda a descendência do laboratório e de mosquitos selvagens terá o gene que obstruem a réplica do vírus ou o o que traço foi introduzido nos mosquitos do laboratório.
Até aqui, se os mosquitos laboratório-crescidos que são incapazes de apoiar a réplica do vírus deviam se acoplar com o selvagens, mosquitos do doença-vector, simplesmente a metade de sua prole teria o gene do anti-vírus. Os Pesquisadores têm trabalhado em como enviesar o resultado de modo que toda a falta da prole a capacidade para espalhar a doença. Contudo, estas experiências foram impedidas pela incapacidade expressar genes estrangeiros nas células germinais do mosquito.
“Nós necessários para aceder às pilhas no germline reprodutivo para mudar os traços da maneira somos herdados,” disse Zach Adelman, professor adjunto da entomologia e um membro do Grupo de Investigação Vector-Carregado da Doença Infecciosa na Tecnologia de Virgínia (www.vectorborne.ibphs.vt.edu).
Adelman discutirá o que a descoberta da pesquisa significa para o controle futuro da propagação das doenças por mosquitos em sua conversa, de “os Vírus Dengue e os Mosquitos, Flagelo do Mundo em Desenvolvimento: Pode o Controle Genético Fazer uma Diferença” a ser apresentada Quinta-feira de manhã, O 19 de julho, na Conferência 2007 da Educação da Biotecnologia na Pensão na Tecnologia de Virgínia, hospedada pelo Centro da Biotecnologia de Fralin na Tecnologia de Virgínia.