A Pesquisa sobre ratos com as medulas espinais esmagadas, similares a ferimento humano, revela que o tratamento logo depois que ferimento que combina a radioterapia para destruir pilhas e a microcirurgia prejudiciais aos líquidos adicionais do dreno aumenta significativamente a capacidade do corpo para reparar o cabo ferido que conduz à recuperação permanente de ferimento, de acordo com o estudo publicado no 18 de julho par-reviu o jornal PLoS UM.
Desde Que o reparo do cabo danificado correlaciona directamente com a prevenção da paralisia, esta pesquisa demonstra que os procedimentos clínicos convencionais mantêm a promessa para impedir a paralisia dos ferimentos da medula espinal.
Actualmente não há nenhuma cura para ferimento humano da medula espinal. Tratamento depois que ferimento é limitado pela maior parte aos esteróides administrados para impedir uma deterioração mais adicional. Esta pesquisa abre a porta a desenvolver um protocolo clínico para curar os ferimentos humanos da medula espinal usando terapias convencionais, disse o pesquisador Nurit Kalderon do chumbo, Ph.D. Condução no Instituto de Sloan-Kettering para a Investigação do Cancro em New York City, a pesquisa foi apoiada por uma concessão do Instituto Nacional de Desordens Neurológicas e do Curso (NINDS).
A indicação de ferimento da medula espinal é deterioração progressiva do tecido no tamanho de dano. A pesquisa precedente de Kalderon indicou que a medula espinal pode se reparar nos primeiros dias depois que ferimento mas é estragado em seus esforços durante a segunda ou terceira semana por determinadas pilhas que obstruem o processo do reparo.
Em uma pesquisa mais adiantada sobre ratos com cabos que foram separados completamente, Kalderon podia mostrar essa radioterapia, similar àquela usada no tratamento contra o cancro, dado localizado no local da lesão durante a terceira semana que segue ferimento ajudou a medula espinal a curar-se eliminando as pilhas que interferem com seus processos naturais do reparo. A pesquisa estabeleceu uma conexão entre a capacidade do corpo para reparar o cabo e a recuperação feridos da função de motor. A ferida foi curada Uma Vez, as fibras separadas do cérebro-cabo podia crescer através do local da lesão, restaurando a conexão entre o cérebro e a medula espinal, com a restauração resultante do controle do cérebro sobre a função de músculo.
Na pesquisa actual, os cientistas fizeram um ferimento severo do esmagamento, similar a um ferimento humano da contusão/fractura, na medula espinal de ratos adultos apenas abaixo da cintura. Nos ferimentos do esmagamento, a deterioração do tecido está agravada pelo dano secundário causado pelo inchamento maciço enquanto os líquidos se acumulam dos vasos sanguíneos feridos. Quando os pesquisadores administraram a radiação apenas, havia um efeito benéfico não detectável no reparo do corpo do cabo esmagado. Contudo, os pesquisadores recordaram resultados quase de um século há pela exibição de Alfred R. Allen que a incisão no local de dano ao longo da linha mediana do cabo (myelotomy) poderia drenar os líquidos acumulados e reduzir dano de tecido.