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Descoberta do mecanismo no parasita da malária que ajuda a adaptar-se a indivíduos infectados

Published on August 6, 2007 at 1:10 PM · No Comments

Plasmodium falciparum é responsável pela forma mais grave da malária humana.

Invasão de células hospedeiras vermelhas do sangue é um passo essencial do ciclo de vida complexo deste parasita. Durante o processo de invasão, P. falciparum, que aparece no palco de uma merozoite, é exposto a anticorpos do sistema imunológico. Conseqüentemente, as proteínas do merozoite que interagem com as células vermelhas do sangue são um ponto fraco possível, e, portanto, um alvo muito claro para o desenvolvimento de vacinas. Alfred Cort, um pesquisador ICREA trabalhando em IRB Barcelona e especialista em molecular parasitologia, em conjunto com pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa Médica (NIMR) em Londres, descobriram que o parasita tem a capacidade de ligar e desligar a expressão de alguns das proteínas que ele usa para entrar nas células da vítima vermelhas do sangue. Os pesquisadores acreditam que essa habilidade faz com que o parasita mais adaptáveis ​​ao tentar invadir as células. O estudo foi publicado na edição de sexta-feira da PLoS Pathogens, a revista científica com maior impacto no campo de Parasitologia.

30 genes são conhecidos para ser envolvido no processo de invasão. Agora, os cientistas descobriram que o P. falciparum pode ativar e desativar a expressão de 7 destes genes (e suas proteínas correspondentes) sem comprometer a capacidade do parasita para entrar normais ou modificados células vermelhas do sangue. De acordo com a Cort, isto sugere que a expressão variada destes genes pode ajudar o parasita para escapar respostas imunológicas do organismo hospedeiro, embora o pesquisador salienta que este ainda está para ser confirmada.