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Porque nós recordamos eventos ruins

Published on August 29, 2007 at 11:01 PM · No Comments

Você recorda exactamente onde você estava quando você aprendeu dos ataques terroristas Sept. do 11?

Sua resposta é provavelmente sim, e os pesquisadores estão começando a compreender porque nós recordamos os eventos que levam o peso emocional negativo.

Na introdução de Agosto de Sentidos Actuais na Ciência Psicológica, um jornal da Associação para a Ciência Psicológica, o psicólogo da Faculdade de Boston, Elizabeth Kensinger e os colegas, explicam quando a emoção é provável reduzir nossas inconsistências da memória.

Sua pesquisa mostra que se um evento é agradável ou contrária parece ser uma causa determinante crítica da precisão com que o evento é recordado, com os eventos negativos que estão sendo recordados em maiores detalhes do que o positivo uns.

Por exemplo, após ter visto um homem em uma rua que guardara uma arma, os povos recordam a arma vìvida, mas esquecem os detalhes da rua. A Ressonância Magnética Funcional (fMRI), estudos tem mostrado a actividade celular aumentada em regiões deprocessamento naquele tempo que um evento negativo é experiente.

Mais actividade no córtice orbitofrontal e no amygdala, duas regiões deprocessamento do cérebro, mais provável um indivíduo é recordar os detalhes ligados intrìnseca ao aspecto emocional do evento, tal como a aparência exacta da arma.

Kensinger argumente aquele que reconhece os efeitos da emoção negativa na memória para o detalhe pode, em algum momento, salvar nossas vidas guiando nossas acções e permitindo que nós planeiem para ocorrências futuras similares. “Estes benefícios fazem o sentido dentro de uma estrutura evolucionária,” escrevem Kensinger. “É lógico que a atenção estaria centrada sobre a informação potencial de ameaça.”

Esta linha de pesquisa tem implicações de grande envergadura em compreender a memória autobiográfica e em avaliar a validez do testemunho da testemunha ocular. Kensinger igualmente acredita que esta pesquisa pode terminar a introspecção nos sintomas da desordem de esforço posttraumatic.

http://www.psychologicalscience.org/