Published on August 30, 2007 at 10:17 PM
Se ingerido, por exemplo no marisco, estas toxinas pode conduzir ao incómodo ou mesmo à doença. O yessotoxin do algatoxin (YTX), que é encontrado em ambos os mexilhões e vieiras em Noruega, pode ser um factor de risco potencial da doença no consumo de marisco. “Nós não conhecemos os efeitos a longo prazo de YTX em povos”, dizemos Monica Suárez Korsnes da Escola Norueguesa da Ciência Veterinária (NVH).
Suárez Korsnes estudou os efeitos de YTX em linha celular do músculo dos ratos e dos ratos.
“Nós sabemos que uma injecção de YTX no abdômen dos animais danifica o músculo de coração. Até agora, a intoxicação de YTX foi gravada nunca nos povos, contudo, nós suspeita que a exposição a longo prazo a esta toxina pode conduzir para danificar nos seres humanos”, diz Suárez Korsnes.
O alvo desta pesquisa é estabelecer uma compreensão básica das maneiras em que YTX afecta pilhas no corpo. Suárez Korsnes, em seu trabalho doutoral, foi mostrado que a exposição a YTX pode iniciar um tipo de morte celular programada, chamado apoptosis.
O “Apoptosis é um método que o corpo se use para livrar próprio de pilhas indesejáveis. Algumas toxinas, por exemplo YTX, parecem interromper este mecanismo natural e desse modo os organismos de dano”, explicam Suárez Korsnes.
Uma compreensão de como o algatoxin pode afectar organismos é importante para o controle da qualidade do marisco e para a gestão responsável de recursos marinhos. Um conhecimento aumentado do algatoxin pode contribuir à melhor fiscalização da cadeia alimentar e às medidas que melhor proteja consumidores, produtores e exportadores de marisco.
Durante as últimas décadas, a incidência de flores do algatoxin no oceano tornou-se mais freqüente. As razões para esta podem incluir o espalhamento de tipos diferentes de algas aos mares novos na água do reactor nos navios. Outras causas podem incluir a fonte aumentada dos nutrientes do runoff da terra, e igualmente do ar e da chuva.
As mudanças Climáticas, as mudanças em correntes de oceano e as mudanças ecológicas podem igualmente explicar a predominância crescente do algatoxin.
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