Um estudo precedente das taxas de mortalidade para a cirurgia cardíaca congenital usou rotineiramente os dados disponíveis do hospital que eram enganadores, de acordo com um relatório publicado em bmj.com que questionasse a validez de tais dados que estão sendo feitos públicos.
O Professor Westaby e colegas encontrou que o sistema de recolhimento da informação usado no estudo tinha subestimado o número de mortes infantis. No estudo precedente de BMJ, publicado em 2004, Oxford tinha sido escolhido como tendo uma mortalidade significativamente mais alta do que a média nacional para a cirurgia cardíaca aberta em infantes. Contudo este papel novo, usando dados de uma fonte diferente - a Base De Dados Cardíaca Central do Exame Oficial Dos Livros Contábeis - mostra que as estatísticas da mortalidade do hospital não eram realmente diferentes do meio para todos os centros (10 por cento comparados a 8 por cento entre 2000 e 2002).
Os autores olharam um relatório do “da unidade Dr. Promoção” na Faculdade Imperial que foi publicada como consequência do inquérito nas mortes congenitais da cirurgia cardíaca de Bristol. Esse inquérito, que desenhou publicidade difundida e teve um efeito profundo na prática cirúrgica no REINO UNIDO, usou Estatísticas do Episódio do Hospital (HES) para comparar em todo o país taxas de mortalidade entre unidades cirúrgicas cardíacas. O estudo 2004 pelo Dr. Aylin descreveu estas estatísticas da mortalidade.
Os autores do estudo actual compararam as taxas de mortalidade relatadas pela base de dados administrativa de HES e por um sistema alternativo, a Base De Dados Cardíaca Central clìnica baseada do Exame Oficial Dos Livros Contábeis, para infantes sob 12 meses que submetem-se a operações cardíacas. As estatísticas foram recolhidas entre o 1º de abril de 2000 e o 31 de março de 2002.