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Jogar com blocos do brinquedo pode melhorar o desenvolvimento da língua nas crianças

Published on October 2, 2007 at 1:12 AM · No Comments

Jogar com blocos do brinquedo pode conduzir ao desenvolvimento da língua melhorado em crianças médias e a renda baixa, de acordo com um relatório na introdução de Outubro dos Ficheiros da Pediatria & da Medicina Adolescente.

A “Primeira infância representa um período crítico na revelação de mentes novas,” de acordo com a informações gerais no artigo. “O cérebro recém-nascido triplica em tamanho entre o nascimento e os 2 anos de idade. A presunção de longa data foi que determinadas actividades durante este período promovem a revelação óptima e que outro podem a impedir.” A revelação da memória e as raizes do controle e da língua de impulso podem ser adquiridas através do jogo imaginativo. Muitos brinquedos reivindicam hoje melhorar a revelação cognitiva das crianças. Contudo, a maioria tais de reivindicações são infundamentados.

Dimitri A. Christakis, M.D., M.P.H, da Universidade de Washington, Seattle e o Instituto de Investigação do Hospital de Crianças de Seattle, e colegas conduziu um estudo piloto que envolve uma idade de 175 crianças 1,5 a 2,5 anos. Um grupo de 88 crianças foi enviado dois grupos de blocos de apartamentos e de dois boletins de notícias com sugestões para pais sobre actividades que as famílias poderiam fazer com os blocos (por exemplo, classificando os pela cor). O outro grupo de 87 crianças não recebeu nenhuns blocos até depois da conclusão do estudo. Os Pais, que foram ditos somente que estavam participando em um estudo do uso do tempo da criança, terminaram um questionário sobre a informação demográfica básica no início do estudo e desde que os diários do tempo que seguiram as actividades de sua criança durante dois períodos de 24 horas durante a experimentação. Os Pais terminaram um outro questionário pelo telefone seis meses após o registro que incluiu avaliações da língua e da atenção das suas crianças.

As famílias da Noventa-dois (53 por cento) retornaram pelo menos uma entrada do diário e entrevistas de saída foram terminadas por 140 famílias (80 por cento). Daqueles que receberam os dois grupos de blocos durante o estudo, 52 (59 por cento) tiveram o bloco-jogo relatado em seus diários comparados com o somente 11 (13 por cento) daqueles no outro grupo.