O vírus de Marburg, como seu primo temível Ebola, pertence à família de Filoviridae. Leva o nome da cidade Alemão onde foi detectado primeiramente em 1967, depois que uma epidemia misteriosa tinha batido empregados do laboratório de Behring.
Os trabalhadores tinham sido contaminados enquanto tomaram amostras do órgão dos macacos verdes importados de Uganda. Até o fim do século XX, os casos raros do ataque haemorrhagic violento da febre ligado ao vírus de Marburg foram registrados subseqüentemente, essencialmente em East Africa: (em Kenya, em Zimbabwe, partes de África do Sul). Contudo, em 1998, uma epidemia mais extensiva afectou 149 povos perto de Durba, uma cidade no Nordeste da República Democrática do Congo Democrática (MANUAL DO TRANSPORTADOR). Mais de 80% destes povos sucumbiu à febre que haemorrhagic o vírus causou. Em 2005, uma segunda epidemia que estoirasse em Angola contaminou sobre 252 povos, 227 quem morreram - de uma taxa de mortalidade de quase 90%. Aquela era a epidemia a mais severa da febre haemorrhagic de Marburg (MHF) conhecida até agora.
Entre 2005 e 2006, os cientistas de IRD que trabalha conjuntamente com CIRMF e o CDC conduziram uma campanha da pesquisa com o objectivo de detectar o vírus de Ebola entre a espécie do megabat (mamíferos do Chiroptera do pedido). No contexto deste estudo, cinco locais de preensão estabeleceram-se na floresta húmida tropical de Gabão e Ao noroeste da República Democrática do Congo Democrática. Os 1138 espécimes do megabat recolhidos pertencem a 10 espécies diferentes. Ao mesmo tempo, Angola, aproximadamente 800 quilômetros da área de estudo, experimentou uma manifestação severa de MHF. Contudo, o reservatório natural deste vírus era ainda desconhecido. Além do que a busca para Ebola em cada um dos espécimes do chiropteran travados, os pesquisadores procuraram a presença de seu primo em seus tecidos. Uma série de análises foi executada nos bastões capturados: detecção de RNA viral no fígado e no baço por vários métodos da amplificação do nucleotide; uma busca para anticorpos vírus-específicos de Marburg no sangue; caracterização filogenética de fragmentos genomic amplificados.
As análises detectaram os anticorpos dirigidos contra o vírus de Marburg no soro de apenas uma das 10 espécies travadas, o rousette Egípcio, aegyptiacus de Rousettus, (em 29 de 242 indivíduos testados). Esta é uma espécie migratório cuja a escala da distribuição inclua todas as partes do continente Africano situado Ao sul do Trópico de Cancro. A busca para fragmentos virais do genoma em 283 espécimes do aegyptiacus do R. mostrou o fígado e o baço de quatro deles para conter as seqüências do RNA que pertencem a 3 genes diferentes do vírus de Marburg. O soro de Sangue de três dos quatro espécimes igualmente conteve anticorpos vírus-específicos de Marburg. A presença simultânea de anticorpos específicos e de fragmentos virais do RNA sugeriu fortemente este papel das espécies do bastão como um portador tornando-se do não-sintoma do vírus, indicando o aegyptiacus do R. para ser o reservatório natural.
A pesquisa Precedente sobre o vírus de Ebola mostrou que a infecção humana vem aproximadamente através do intermediário de carcaças contaminadas do grande macaco. A transmissão viral aos primatas ocorre na estação seca, um período em que os recursos do alimento se tornarem cada vez mais escassos. Os grandes macacos então entram a competição com espécie do bastão para fontes do fruto ao forragear e podem ser contaminados notàvel pelo sangue ou pelo líquido placental que escapa quando os bastões dão o nascimento. O modo de contaminação pelo vírus de Marburg parece ser diferente, contudo. Não parece precisar nenhum intermediário de ser patogénico para seres humanos, como previsto dos dados das duas manifestações epidémicas as mais atrasadas. Em uma manifestação, que raged no nordeste do MANUAL DO TRANSPORTADOR em 2000, a maioria de povos contaminados trabalharam em uma mina de ouro, que despejasse ser o refúgio para uma grande colônia de rousettes Egípcios. Durante a segunda epidemia, em Angola, as primeiras vítimas eram as crianças que tinham recolhido o fruto das árvores onde uma grande população desta espécie de megabat roosted. A Outra evidência era o facto de que os locais da captação escolhidos para este estudo todo estiveram ficados situados perto das cavernas que abrigam grupos importantes destes bastões. Além Disso, a descoberta de tais bastões que eram portadores do vírus de Marburg em Gabão, um país onde nenhum caso clínico foi gravado ainda, dá um incentivo para estabelecer medidas da fiscalização e de prevenção nas regiões onde nenhuma epidemia do vírus de MHF ocorreu nunca.
Os resultados devem ser úteis no futuro para definir mais exactamente as áreas geográficas potencial afetadas pelo vírus de Marburg. Podiam igualmente ajudar em estudos prolongados, particularmente em África Ocidental, uma região significativa para a migração do aegyptiacus de Rousettus. Esta identificação do reservatório natural do vírus deve igualmente favorecer a revelação de protecções sanitárias públicas e de estratégias da prevenção que envolvem os povos locais que poderiam minimizar o potencial da infecção de epidemias possíveis de MHF vir.
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