Quando as taxas de sobrevivência para a sepsia aumentarem sobre as duas décadas passadas, as crianças sob quatro e aquelas na adolescência permanecem altamente suscetíveis à circunstância.
Os Pesquisadores Nos Países Baixos têm demonstrado agora essa idade e a um grau inferior, género, são factores críticos dentro mesmo se um sofredor da criança desenvolverá um estado mais severo da doença e sobreviverá ou não. Estes resultados podiam ajudar a melhorar o tratamento da sepsia e a melhorar mais taxas de sobrevivência ainda.
Escrevendo no Cuidado Crítico do jornal em linha do acesso aberto, Janeiro Hazelzet e os colegas na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátrica do Erasmus MC-Sophia (PICU) em Rotterdam descrevem seu estudo de quase 300 crianças admitidas com sepsia e purpura (correcções de programa vermelhas causadas sangrando sob a pele) entre 1988 e 2006. Os pesquisadores gravaram a idade, o género, a origem étnica, a severidade da circunstância, a terapia, e a sobrevivência dos pacientes. Então associaram os dados e analisaram os resultados retrospectiva.
Os resultados mostraram que a taxa de fatalidade da sepsia e do purpura era 15,7%. Contudo, durante o período do estudo, observaram uma melhoria marcada nos números de crianças que sobrevivem à sepsia. Não Obstante, encontraram que umas crianças mais novas estiveram afectadas mais severamente e taxa de fatalidade era mais alta (4,3 vezes) para aquelas sob a idade de três anos. Não encontraram nenhuma diferença em taxas de fatalidade entre meninos e meninas, mas meninos foram admitidos ao PICU por uns períodos mais longos e tiveram uns sintomas mais severos. A equipe encontrou que o curso da sepsia e do purpura não estêve relacionado à origem étnica de uma criança.