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Sinergia da Enzima mostrada para perpetuar a doença de sono

Published on October 19, 2007 at 12:41 AM · No Comments

A patogénese do trypanosome Africano do parasita (brucei do T.) foi ligada a um interruptor chave da proteína, detalhado em um estudo novo por pesquisadores na Universidade de Iowa e no Centro Médico dos Casos dos Veteranos de Iowa City, conduzido pelo Dr. John Donelson.

O estudo, publicado nos Micróbios Patogénicos de PLoS, explica como duas enzimas permitem a superfície da pilha de se remodelar a fim estragar o sistema imunitário de mosca tsé-tsé do portador.

O trypanosomiasis Africano tem sido por muito tempo endémico nas regiões de África Subsariana. A doença parasítica fatal é sabida para afectar pela maior parte seres humanos e rebanhos animais. A doença afecta actualmente aproximadamente 60 milhões de pessoas em 36 nações Africanas. Os trypanosomes da Circulação Sanguínea estragam a resposta imune do seu anfitrião periòdicamente comutando sua proteína de superfície principal, a glicoproteína da superfície da variação (VSG). Neste estudo, os pesquisadores olharam como os trypanosomes derramaram seu VSG para sobreviver dentro do midgut do mosca tsé-tsé. Experimentando com o supressão do gene da enzima, Grandgenett e outros podia testar a taxa de sobrevivência do parasita.

Este estudo endereça uma questão básica na patogénese do Trypanosomiasis Africano: como o revestimento de superfície do parasita “é derramado” para facilitar a evasão imune. Muitos trabalhos anteriores foram visados que endereçam esta pergunta e este trabalho é a identificação a mais clara das moléculas envolvidas neste processo.

http://www.plos.org/