As Mulheres que têm um nascimento caesarean da não-emergência têm o dobro o risco de doença ou mesmo de morte comparada a um nascimento vaginal, de acordo com um estudo da América Latina publicada em bmj.com.
Contudo, os pesquisadores encontraram entrega caesarean mortes impedidas em bebês carregados culatra.
Os riscos ligados aos nascimentos caesarean (se escolhido pela mulher ou por seus clínicos) são mais altos, apesar das variáveis tais como a demografia, a história médica e da gravidez, idade gestacional do feto, complicações da gravidez, onde o bebê é nascido e as habilidades daqueles que ajudam a entregar o bebê.
Os Pesquisadores seleccionaram aleatòria oito países Latino-Americanos e daqueles, 120 igualmente instalações sanitárias aleatòria selecionadas forneceram dados completos em 97.307 entregas dos bebês durante um período do estudo de três-mês. Estes dados vieram do componente Latino-Americano da Avaliação Global do WHO na Saúde Materna e Perinatal, realizado especificamente para este estudo em 2005.
Quiseram comparar os riscos e os benefícios da entrega caesarean compararam à entrega vaginal. Dos 97.307 casos, 33,7% eram caesarean e 66,3% vaginal. Os resultados Totais, perinatais eram bons nestes 120 hospitais, não longe daqueles em países desenvolvidos.
Encontraram que uma mulher que tem uma entrega caesarean teve duas vezes o risco de doença e de mortalidade (que incluem a morte, a histerectomia, a transfusão de sangue e a admissão aos cuidados intensivos) como uma mulher que tem uma entrega vaginal.
Havia um risco cinco vezes mais alto de ter que ter o tratamento antibiótico depois que nascimento para as mulheres que tiveram uma entrega caesarean (eleitoral ou decidido por clínicos) do que aqueles que tiveram uma entrega vaginal.
O Risco de ter que ficar em uma unidade de cuidados intensivos neonatal para os bebês recém-nascidos que eram cabeça-primeiros nascidos foi dobrado depois que uma entrega caesarean comparou a um nascimento vaginal.