CBDS ocorrem em 7-20% de todos os pacientes que submetem-se a uma operação do cálculo biliar e podem complicar o curso da cirurgia.
Embora a investigação intraoperativa do raio X fosse executada rotineiramente para diagnosticar CBDS na era pre-laparoscopic, seu uso durante a era laparoscopic foi debatido. Conseqüentemente, outras técnicas para diagnosticar CBDS foram introduzidas. Por exemplo, teste de função pré-operativo do fígado (LFT; os resultados da s-bilirrubina e do s-CUME), se anormais, puderam ser diagnósticos para CBDS. Contudo, alguns pacientes puderam ter LFT normal apesar de CBDS de coexistência. A Ecografia é a modalidade diagnóstica principal usada para diagnosticar cálculos biliares, mas é menos útil para diagnosticar CBDS. O Tomografia computorizada é raramente útil para diagnosticar cálculos biliares. a Magnético-Ressonância-cholangio-pancreatography (MRCP) tem a especificidade e a sensibilidade altas, com a precisão similar àquela de ERCP (Endoscópico-Retrógrado-Cholangio-Pancreatography), mas sua precisão depende do tamanho e do lugar anatômico de um cálculo biliar. Além, MRCP não é amplamente disponível, e ao contrário de ERCP, não permite a extracção endoscópica das pedras. ERCP é a técnica a mais comum usada para o diagnóstico e o tratamento de CBDS. É, contudo, caro, invasor, tècnica exigindo e associado com a morbosidade pequena mas significativa.