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Aproximação Nova à não divulgação médica

Published on November 2, 2007 at 11:22 AM · No Comments

Quando os membros da família pedem que os médicos não divulguem más notícias ao mal amados, os clínicos esforçam-se frequentemente para equilibrar sua obrigação ser verdadeiros ao paciente com a opinião da família que a informação seria prejudicial.

Para ajudar mais com sucesso clínicos a controlar estes conflitos, os pesquisadores na Universidade da Faculdade de Medicina de Pittsburgh, em colaboração com colegas na Universidade de Stanford, desenvolveram uma aproximação baseada em habilidades da negociação e descrita na introdução do 1º de novembro do Jornal da Oncologia Clínica.

“Quando o assunto da não divulgação paciente levantar muitas perguntas éticas, estas situações são pensaram demasiado frequentemente de como os dilemas em qual o partido deve ganhar e o outro devem perder,” disseram Robert M. Arnold, M.D., co-autor do estudo e professor do cuidado paliativo e de éticas médicas na Universidade da Faculdade de Medicina de Pittsburgh. “Nós propor que compreendendo os factores culturais que são a base de pontos divergentes das ideias e do uso de técnicas hábeis da negociação, uma solução equilibrada possa ser alcançada que satisfaça todos os partidos - o paciente, a família e o médico.”

Embora os clínicos dos E.U. nos pedidos da opinião frequentemente para a não divulgação como contrária às éticas e às normas médicas comuns da prática clínica, as muitas famílias e os pacientes, todavia, não queiram as más notícias divulgadas. “Os membros da família, Que podem ter os melhores interesses do paciente no coração, podem acreditar que o paciente daria acima a esperança se dado a notícia. Estes pedidos põem médicos nas situações difíceis em que sentem como se o paciente tem um direito para saber, contudo a família é inflexívela que o paciente para não ser dito,” disse o Dr. Arnold.