O AIDS continua a ser um problema de saúde público global staggering. A Organização Mundial de Saúde calcula que dois milhões de pessoas em países em vias de desenvolvimento recebem o tratamento conhecido como HAART (a terapia de antiretroviral altamente activa), conhecido mais comumente como do “cocktail AIDS.”
Este número representa apenas 25% daqueles com necessidade do tratamento nestes países. Contudo, pouco é sabido sobre os custos a longo prazo associados com o fornecimento de drogas aos pacientes de AIDS em países em vias de desenvolvimento. Para estudar aquelas tendências de custo a longo prazo, os pesquisadores da Escola de Harvard da Saúde Pública executaram a primeira análise detalhada de tendências de custo da droga do AIDS em Brasil. Os resultados aparecem na introdução do 13 de novembro de 2007 da Medicina do jornal PLOS.
Brasil tem um dos programas os mais velhos, os maiores e os mais bem sucedidos do mundo em desenvolvimento do AIDS de tratamento e tem tratado pacientes de AIDS para mais do que uma década. Brasil fornece o acesso livre e universal às drogas do AIDS e é um modelo para outros países que escalam acima do tratamento do AIDS.
Os resultados mostraram que, embora os custos para as drogas de antiretroviral genéricas de produção local de Brasil (ARVs) aumentadas desde 2001 até 2005, o país ainda salvar aproximadamente $1 bilhões nesse período de tempo com as negociações controversas do preço com companhias farmacéuticas multinacionais para ARVs patenteado. Desde 2001, Brasil pôde obter uns mais baixos preços para ARVs patenteado ameaçando produzir localmente drogas do AIDS. Embora estas negociações alertaram inicialmente as diminuições principais nos AIDS drogam a despesa, HAART custam em Brasil mais dobrado do que desde 2004 até 2005. O aumento íngreme reflecte o facto de que mais povos que vivem com o HIV/AIDS começaram o tratamento e está vivendo mais por muito tempo. O aumento igualmente reflecte os desafios associados com o fornecimento do complexo, do segundos caro e da terceiro-linha tratamentos enquanto os povos desenvolvem a resistência às drogas de primeira linha, vivem mais por muito tempo e exigem uns regimes de tratamento mais complexos.