Published on December 5, 2007 at 3:35 AM
A pesquisa Nova está sugerindo que um gêmeo masculino que compartilhe do ventre com um gêmeo fêmea seja quase tão provável quanto meninas gêmeas ser diagnosticado com anorexia.
Os pesquisadores dizem que a sugestão é que as circunstâncias pré-natais influenciam a probabilidade de desenvolver o distúrbio alimentar.
O Dr. Marco Procopio dos Pesquisadores da Universidade de Sussex em Brigghton, em Inglaterra e em Dr. Paul Marriott da Universidade de Waterloo em Ontário, Canadá examinou dados de um estudo Sueco em milhares de pares gêmeos carregados entre 1935 e 1958.
Alguns peritos acreditam que o nível aumentado de hormona estrogénica é a razão para o risco aumentado de anorexia nos homens e os pesquisadores quiseram determinar se tal exposição pré-natal às hormonas de sexo pôde ser um factor nos distúrbios alimentares.
A anorexia nervosa do distúrbio alimentar é dez vezes tão comuns nas fêmeas quanto nos homens mas a razão para esta diferença de género afiada é obscura.
Sua análise revelou que os homens com um gêmeo fêmea eram muito mais prováveis desenvolver a anorexia do que os homens dos pares do gêmeo do mesmo-sexo e do risco da anorexia para estes gêmeos masculinos não eram significativamente diferentes daquele de seu gêmeo fêmea.
Porém igualmente se viu que as fêmeas com um gêmeo masculino não eram nenhuma anorexia menos inclinada do que fêmeas dos pares do gêmeo do mesmo-sexo, que dizem os pesquisadores, sugere que a exposição às hormonas masculinas não proteja contra o distúrbio alimentar.
O Dr. Procopio diz mesmo que haja uma disposição genética à anorexia, isso não explica inteiramente o caso, como em uma base genética apenas um gêmeo idêntico de um paciente da anorexia igualmente teria a doença, que não é assim.
A Outra pesquisa sugeriu que a educação pudesse ser um factor na diferença de género nas taxas de ocorrência da desordem mas aquela tem ser provada ainda.
O Dr. Procopio diz que seus resultados podem conduzir às maneiras de tratar e impedir mesmo a anorexia, que tem tornado dos problemas psiquiátricas mais comuns.
A pesquisa aparece nos Ficheiros do Psiquiatria Geral, Em dezembro de 2007.
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