Uma estimativa 750.000 pacientes hospitalizados experimentam cardíaca e sofrem CPR anualmente, e menos de 30 por cento das pessoas a deixar o hospital vivo.
Em um estudo publicado na edição de 3 de Janeiro de New England Journal of Medicine, pesquisadores quantificar o impacto de receber um choque elétrico de salva-vidas (desfibrilação) entre pacientes hospitalizados, passando por uma forma de parada cardíaca conhecida como arritmia ventricular. Eles descobriram que as chances de sobrevivência para pacientes hospitalizados melhorar drasticamente se desfibrilação é administrada dentro os recomendado pelo especialista em dois minutos após uma parada cardíaca.
Analisando os dados do registro nacional de ressuscitação cardiopulmonar, os autores concluíram que 30 por cento dos pacientes com parada cardíaca devido a arritmia ventricular recebido desfibrilação salva-vidas mais de dois minutos após o reconhecimento inicial de sua parada cardíaca, um atraso que excede as recomendações com base em directrizes. A desfibrilação atrasada estava ligada a uma significativamente menor probabilidade de sobrevivência para descarga de hospital — 22% vs. 39 por cento quando desfibrilação não estava atrasada — e uma probabilidade menor 26 por cento entre os sobreviventes de sendo descarregadas sem grande deficiência neurológica.
Os resultados também revelaram que certas características do hospital foram associadas com atrasada desfibrilação, incluindo o hospital pequeno tamanho (menos de 250 camas); ocorrência de parada cardíaca em pacientes hospitalizados, cujo ritmo cardíaco não estava sendo monitorado constantemente em unidades especializadas; e a ocorrência de parada cardíaca após o expediente (ou seja, noites e fins de semana).