Na semana passada, o secretário BRITÂNICO da saúde declarou que nós estamos em um aperto de uma epidemia da obesidade, mas a evidência empilha acima? Os Pesquisadores no BMJ desta semana debatem a edição.
As Reivindicações sobre uma epidemia da obesidade excedem frequentemente a prova científica e sugerem equivocadamente um grau de certeza injustificado, argumentem Patrick Basham e John Luik.
Por exemplo, o ganho de peso médio da população nos Estados Unidos nos 42 anos passados é 10.9kg ou 0.26kg um o ano. Contudo, entre 1999-2000 e 2001-2002, não havia nenhuma mudança significativa na predominância do excesso de peso ou da obesidade entre adultos dos E.U. ou na predominância do excesso de peso entre crianças.
Além Disso, dizem, as categorias de normal, de excesso de peso, e de obeso são inteiramente arbitrárias e em desacordo com a evidência subjacente sobre a associação entre o índice de massa corporal e a mortalidade.
Por exemplo, o estudo em que as faixas para o excesso de peso e a obesidade nos E.U. é baseado encontrou que a morte arrisca para homens com um índice de massa corporal de 19-21 eram o mesmos que aqueles para os homens que eram excessos de peso e obesos (29-31). Outros estudos mostraram diferenças insignificantes entre o índice de massa corporal e as taxas de mortalidade.
A associação do excesso de peso e da obesidade com riscos mais altos de doença é ingualmente obscura, eles escreve. E, apesar dos níveis suposta anormais de excesso de peso e de obesidade, a esperança de vida continua a aumentar.
Sugerem que alguns profissionais de saúde pública possam ter deliberadamente exagerado os riscos de excesso de peso e de obesidade, e nossa capacidade impedi-los ou tratar em uma base larga da população, no interesse da saúde. Advertem que este tem implicações indesejados para a política da ciência e para a medicina baseada evidência.
Mas Robert Jeffery e Nancy Sherwood argumentem que um grande corpo da prova científica mostra que a obesidade é um problema de saúde global principal.