No futuro um método novo poderia ajudar alguns pares que são sem crianças contra sua vontade.
O procedimento microscópico melhora significativamente a taxa de êxito de “ICSI” (injecção intracytoplasmic do esperma). Isto foi descoberto por cientistas na Universidade de Bona junto com colegas de China e sócios industriais em um estudo de 124 mulheres. Até agora, o desejo ter uma criança é cumprido somente para cada terceiro par que decide ter ICSI. Em um estudo o método da inseminação artificial era duas vezes tão bem sucedido. Os cientistas têm publicado agora seus dados no jornal “Biomedicina Reprodutiva”. (Versão Em Linha disponível em http://www.rbmonline.com/Article/3161).
Para muitos pares ICSI é o último recurso em sua tentativa de ter uma criança. “O método é recomendado se o homem produz demasiado poucas pilhas de esperma,” o biólogo que reprodutivo de Bona o Dr. Markus Montag explica. Os Doutores podem na maioria dos casos ainda extrair pilhas de esperma de funcionamento individuais do tecido testicular, que injectam então no óvulo. O sócio deve tomar preparações da hormona antes de um ICSI. Conduzem a diversos óvulos que amadurecem-se nos ovário, normalmente ele são somente um óvulo pelo mês.
“Nós injectamos um esperma em cada destas pilhas,” Markus que Montag explica. “Então toma mais de 26 horas até que os plasmosomes do fusível da pilha do óvulo e de esperma e de um embrião formem. Neste prazo nós temos que decidir qual dos óvulos fertilizados a introduzir no útero.” A razão para esta é que a lei Alemão para a protecção dos embriões estabelece que somente um máximo de três óvulos fertilizados está permitido ser implantado pela tentativa. “Nós restringimo-nos mesmo a somente dois, a fim excluir a possibilidade de nascimentos das objectivas triplas,” Markus que Montag explica. Com gravidezes envolver nascimentos múltiplos lá é um risco aumentado de aborto e de malformações.
Escolhendo os óvulos do “melhor”