Os Pesquisadores na Universidade de New York e na Universidade de Tel Aviv desenvolveram um método não invasor da imagem lactente que pudesse ser usado para diagnosticar e monitorar um número de doenças, incluindo a osteodistrofia e a degeneração inter-vertebral do disco, em suas fases iniciais.
Seu trabalho aparece na introdução a mais atrasada das Continuações do jornal da Academia Nacional das Ciências (PNAS).
A equipa de investigação examinou os glycosaminogycans (Mordaças), que são as moléculas que servem como os blocos de apartamentos de cartilagem e são envolvidos em funções vitais numerosas no corpo humano. Traçar a concentração da MORDAÇA in vivo, ou em um organismo vivo, é desejável para o diagnóstico e a monitoração de um número de doenças. É igualmente valioso em determinar a eficácia dos farmacoterapias. Por exemplo, a perda da MORDAÇA na cartilagem marca tipicamente o início da osteodistrofia e da degeneração inter-vertebral do disco.
Contudo, as técnicas existentes para a MORDAÇA monitoração-baseada na ressonância magnética tradicional (MRI) imagem-têm limitações: não podem directamente traçar concentrações da MORDAÇA ou exigem a administração de agentes do contraste. A equipa de investigação de NYU-Telefone Aviv procurou uma medida mais directa das Mordaças. Neste estudo, empregaram os protão cambiáveis da MORDAÇA para medir directamente in vivo a concentração da MORDAÇA.