Os Biólogos estão desenvolvendo meios nunca mais sofisticados caracterizar interacções moleculars em sistemas vivos.
Mas um estudo novo sugere que muitas das interacções detectadas por um método experimental amplamente utilizado sejam funcional irrelevantes.
a Microplaqueta-microplaqueta é “uma técnica quente” na biologia, permitindo que os cientistas visualizem o emperramento entre proteínas e genes reguladores e investiguem desse modo os mecanismos e os controles que se operam enquanto um organismo se torna de um ovo fertilizado a um adulto complicado. Contudo, um estudo novo publicado na Biologia do PLoS desta semana mostra que há muito mais destes eventos obrigatórios do que esperado e que a maioria deles parece não ser envolvida na expressão genética.
A mosca de fruto é um modelo importante para o estudo da revelação, do processo por que as células embrionárias podem multiplicar e formar as estruturas tridimensionais que se transformam eventualmente tecidos, órgãos e de organismos finalmente inteiros. Os modelos para esta transformação são codificados nos genes de cada pilha, e “são lidos para fora” por redes vastas das proteínas reguladoras chamadas os factores da transcrição, que determinam onde e quando os genes são expressados.
Sups-se geralmente que os factores da transcrição estão visados a um grupo limitado de genes e que regulam a expressão onde eles estão limitados. Contudo, uma equipe dos pesquisadores do Laboratório Nacional de Lawrence Berkeley e da Universidade Da California em Berkeley, conduzida por Mark Biggin e por Michael Eisen, que há milhares encontrados de regiões limita reprodutìvel por cada factor. “Este é diversos ordens de grandeza mais genes do que estes factores são pensados para regular,” disse Eisen, “levantando a pergunta do que a função do emperramento é.”