As Mulheres gravidas que percebem ter tido um relacionamento bem equilibrado com seus pais durante sua infância experimentarão menos dificuldades na transição à maternidade, ao contrário das mulheres cujo o relacionamento com seus pais foi caracterizado por raiva ou por rejeção não resolvida - revelam um estudo novo conduzido na Universidade de Haifa.
O estudo igualmente encontrou que as mulheres que tendem a negar experiências negativas nos relacionamentos da primeira infância esperados experimentar um relacionamento com suas crianças futuras caracterizaram por menos calor comparado a outras mulheres que participaram no estudo.
A pesquisa, que foi conduzida por Ora Gazit sob a direcção do Dr. Miri Scharf, examinou 160 mulheres Judaicas no último trimestre de sua primeira gravidez que vivem com seu marido ou sócio. Os pesquisadores examinaram as expectativas, os pensamentos e as emoções das mulheres gravidas em relação a se como as matrizes futuras e seus relacionamentos futuros com seus bebês - baseados em duas aproximações relativas à construção da identidade. Os primeiros focos nos povos da maneira percebem seu relacionamento da primeira infância com seus pais e como este é reflectido em seus pensamentos, percepções e comportamento durante suas vidas. O segundo centra-se sobre diferenças existentes entre os povos cuja a motivação é derivada de uma aspiração para o sucesso e os aqueles que são motivado por uma aspiração evitar a falha.
Os resultados do estudo revelaram que as mulheres cujos os relacionamentos da primeira infância com seus pais foram caracterizados pela rejeção e os conflitos não resolvidos, esperados experimentar uma medida alta da ansiedade de separação, pensamento sua criança seriam exigência deles e pensado ajustariam muito limites, comparadas a outras mulheres no estudo.